Futuro de Diniz e refúgio em Cotia: o que o São Paulo fará após o vexame no Paulistão

Departamento de futebol não quer a saída do técnico, mas eliminação em casa para o Mirassol é vista como “vergonhosa” no clube. Pressão aumenta.

O departamento de futebol do São Paulo não pensa em trocar a comissão técnica comandada por Fernando Diniz neste momento.

A demissão só aconteceria agora se o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, optasse por mudar o técnico e consequentemente fizesse uma ampla mudança na diretoria de futebol, o que é improvável a cinco meses do fim da gestão – a eleição será em dezembro.

Apesar disso, a eliminação para o Mirassol, no Morumbi, pelas quartas de final do Paulistão, aumentou a pressão no clube. A paralisação de quatro meses do futebol por causa da pandemia não é vista como uma “desculpa”.

No Morumbi, a queda em casa é definida como vergonhosa. Nos bastidores são lembradas as mudanças no elenco do time do interior – sete dos 28 jogadores permaneceram após a pausa por causa da pandemia – e a situação de Zé Roberto, autor de dois gols e que viajou e foi inscrito de última hora.

Eliminado do Paulistão, o São Paulo encerrou as chances de título em 2020. Isso porque o Brasileirão, a Copa do Brasil e a Libertadores têm suas finais previstas para 2021.

Agora, o planejamento é iniciar uma concentração no CT da base, em Cotia, a partir desta sexta-feira, de olho na estreia do Brasileirão. No local, o clube tentará se refazer para a sequência da temporada.

O time enfrentará o Goiás, no outro domingo (8 de agosto), fora de casa. Nesta quinta-feira o elenco está de folga.

Por André Hernan e Marcelo Hazan — São Paulo

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